Razões? Não, reações!

13 05 2010

We are not going to work out. Simply. Unpainful. And most of all, true. I need somebody to go out with not somebody who is my boyfriend only through the doorsteps of an apartment.
Desculpem falar isso em outra língua, mas foi assim que disse e pensei isso ontem durante o banho. É, o banho é o melhor do mundo para se inventar teorias de conspirações ou não ou mesmo para acharmos o que falar durante um término.
Ontem percebi o inevitável. Nós dois não iremos a lugar nenhum. Tudo bem que você é do jeitinho que um dia eu shonei achar alguém, mas não vai ser dessa vez que eu de novo deixo singletown. Você é independente, tem sua vida, porém, ainda ficas dentro de uma armário do qual eu já saí e vi a luz do dia faz é tempo.
Não que eu ache que você na sua situação não deva se proteger, mas eu sou o oposto. Calma, não sou nenhum tipo de militante da causa ou mesmo nem saio por aí de shortinho curtérrimo e faixa no cabelo(qualquer semelhança é mera coincidência…), apenas não me escondo mais.
Quero alguém que quando me encontre num shopping por exemplo, não tenha vergonha de me abraçar, abraçar normalmente, que quando esteja comigo, esteja comigo e não preocupado com o que os outros estão pensando ou deixando de pensar sobre aqueles dois seres que estão ali. Não sou de trocar carícias em público, acho que são desnecessárias, porém, gosto de agradar ao outro que comigo está.
Gosto de comprar presentes, e se no dia em que quiser fazer isso pra você e você estiver por perto, desculpa te dizer, mas a moça(o) da loja vai me ajudar a escolher um presente pra VOCÊ! Sem sombra de dúvida!
Sou uma pessoa conhecida, não que me vanglorie por isso, mas toda vez que nos verem juntos, porque vão nos ver, vão saber que somos um casal, que estamos juntos e vão começar a questionar ou mesmo perguntar sobre. E isso, vai nos deixar em quase maus lençóis!
Desculpe elucidar assim, tão repentinamente, tais razões, mas precisava tirar isso do peito. E você no final das contas, precisa é tirar-se do armário!





O senhor do ANEL!

2 05 2010

Há algumas horas atrás eu estava namorando. Calma. Deixem-me sentir tristeza por um minuto – tempo. Pronto. Senti em público. Agora viverei essa tristeza em casa, no ônibus, enquanto estiver sozinho, comigo mesmo.

Devo dizer que sei mais ou menos o motivo do nosso término. Tem tamanho 22, é redondo e brilha. Sim, pros que pensaram em coisas não muito bonitas, tirem o cavalinho da chuva porque não é isso não. É um anel. Quando te dei, te disse que o último me deu má sorte. Você disse que não, era bobagem da minha cabeça. Mas e agora o que ou no que acredito? Mais ou menos um mês depois do anel, nós terminamos nosso conto de fadas. Não que eu ou você fôssemos a Cinderela ou a Bela Adormecida, e não também no sentido de contos de fada que o Walt Disney consagrou mas no sentido que nós mesmos criamos em nossos mundos-quase-nada-cor-de-rosas.

A ampulheta virou, mas clichê que isso impossível. Lágrimas correram campos enormes até pingar no chão, rolarem ou secarem ao léo do infinito. Sei que parece filosófico ou coisa do gênero, mas é assim mesmo. Você vai, ama, doa-se, entregua-se e no fim, foda-se. Até rima. Quando a ampulheta vira, você pensa: “Não, é fácil! Daqui a pouco eu estou ótimo!” Quisera ser tão simples. Mas de um ano se passou eu e ainda aqui, lembrando de nossos momentos juntos ou mesmo do que dissemos ou fizemos juntos. Chato, né não?

Outro dia te vi na rua rua. Não esperava ver-te. Tremi dos pés à cabeça. Até agora achava que tinha passado por essa já… Mentira, né não? Absurdo. E o que é pior. Na época, você quem me destruiu com mentiras e hipocrisias e ainda se deu o direito de ficar chateado comigo, logo eu que nada sabia, logo eu que nada queria descobrir. E depois de um ano me ‘odiando’ você sai da loja, me olha e abre aquele sorriso lindo pra mim. Tem como superar?





As borboletas que não voam lá…

1 02 2010

Como fazemos para manter uma relação depois que as borboletas vão embora? Podemos ficar com elas mesmo que somente na imaginação? Somente a ideias dessas borboletas nos fazem continuar com a relação? E o sexo, se mantém sem as borboletas?

Ao terminar meu relacionamento de um mês e alguns dias, se é que se pode chamar de relacionamento, percebi que estava me prendendo nas borboletas. Borboletas! Aquelas que a gente sente logo que começa a namorar ou então que sente quando vê aquele cara com quem a gente sempre sonhou. Borboletas no estômago.

Elas passaram. Acabaram e fiquei a me perguntar se foi esse o real motivo do término do meu suposto relacionamento. É claro que tive minhas outras razões que me fizeram ponderar e terminar a famigerada relação.

Após terminar, minhas amigas vieram conversar comigo. Disseram que eu as estava desrespeitando por apresentar meu namorados ou candidatos à tal e fazê-las criar um vínculo com eles e depois terminar. Não que isso tenha me incomodado mas, quem tem que criar as borboletas no estômago, eu ou elas?

Sei que fazem grande parte da minha vida mas, o que se pode fazer se eu não tenho mais as borboletas? Devo continuar minha vida de acordo com o que elas querem? Devo machucar os sentimentos de uma pessoa porque minhas amigas querem se dar bem com eles e gostam deles? Porque manter uma relação de não existem mais borboletas?

Se um jardim não for regado, as borboletas vão embora e podem nunca mais voltar. Será que com o meu último término, do meu namoro de mais de um ano, as borboletas se foram e nunca mais voltaram?

Mesmo tendo tentado regar o jardim, elas tem desaparecido com muita rapidez, o que me preocupa imensamente porque, será que nunca mais irei sentir as borboletas que sempre foram minha real alegria? Será que há quase um ano atrás enquanto cantavam “borboleta pequeninha, saia fora do rosal, venha ver como é bonita…” e de repente jogaram diabo verde nelas fizeram-nas ficar com medo do jardim?

Será que um dia elas voltaram a cantar pequeninas e bonitas no meu jardim estomacal ou para sempre sempre um jardim seco e quem margarida nasce lá? Será?





Namore um Barrigudinho.

8 12 2009

Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes
e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute! Na
próxima vez que encontrá-lo, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.

Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma
distância segura. É fria, vai por mim.

Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos
metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo
por quê.

Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os `tanquinhos´ farão isso esperando que todas as pessoas do recinto caiam de amores – e eu tenho dó das que
caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber?
Cerveja! Ou coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco, nestea ou schwepps cítrica. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com `clight´ que trouxe de casa.

E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem
se importam com essa informação. E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a
desejar.

Você nunca irá ouvir um ah, amor, `Quarteirão´ é gostoso, mas você podia provar uma `McSalad´ com água de coco. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.

Outra coisa fundamental:
Homens barrigudinhos são confortáveis!

Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!

Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.

Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo.

Eles sabem conquistar as pessoas por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar,a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz.





28 07 2009

Hoje percebi que não se tem nada quando se quer tudo!





À você que foi raptado.

10 07 2009

É, você não foi. Ou melhor, você se foi. Se foi da minha vida. E não foi o que eu achava que fosse. Tudo bem que você fosse, saísse daqui e me deixasse assim. Só, sem foco, sem norte, sem chão.

Agora que você não fosse quem eu achei quem fosse, essa sim doeu. Hoje tenho saudades de você, de nós, de quase tudo o que lembra nós dois.

Ontem, após dois quase três meses de término senti seu abraço enquanto tentava sem muito sucesso adormecer em minha, digo, nossa cama vazia. Senti apertado, quente e seguro. O que eu costumava chamar de ‘o melhor lugar do mundo’ e adivinhe, não consegui dormir.

Fechava os olhos para tentar, em vão, lembrar de seu rosto e a única coisa que aparecia era a lembrança de você deitado, dormindo e sorrindo ao meu lado.

A cena fez-me perder o precioso sono que me falta por conta de uma insônia arrebatadora. Agora me falta por conta do calor na face que antes preenchida com sorrisos de amor hoje, vivem as lágrimas.

Que coisa, não? Você sempre disse que era pra sempre. Na hora de terminar você me disse: “O pra sempre sempre acaba.”(Maldita letra de música.) Mas se é assim, o que então acontece nos contos de fadas?

Os príncipes viram sapos, traidores e sem um pingo de sentimento? E as princesas, ficam amargas, frígidas e sofridas? Tudo bem que contos de fadas não existem, afinal, fadas não existem(por mais que as vezes eu as veja.) . Mas eu criei o nosso, vivi o nosso e no fim a bruxo, ou melhor, o mago malvado virou dragão, raptou o príncipe e venceu…

Ao contrário dos contos, o mal venceu. Mas por enquanto…





Mas uma vez fora de controle.

10 07 2009

É aconteceu. Meu lado Carrie Bradshaw assumiu o controle(de novo). Meus gastos estão uma loucura. Costumo dizer que é culpa do capitalismo IRREMEDIÁVEL, mas não, é culpa minha mesmo por ser quase assim… Fácil. Saídas, compras do supermercado, compras do shopping, compras pro namorado, fotos impressas, coisinhas a mais e nenhuma planilha.
Eu todo mês digo que vou fazer uma, mas nunca faço. Recebi um ultimato da melhor-amiga-familia hoje pelo msn. Ela disse que vai me colocar sentado na cadeira e obrigar-me a fazer uma. Agradecimentos à ela, claro.
Esperando que essa fase Bradshaw passe logo!