Watching over…

18 02 2009

Watching students is weird, specially after a couple of years watching people all over the city from different races, creed, sexual orientation, color and gender.
There they are. Sitting on their desks, doing exercises and also doing things they are doing. Things that’ll define them in the future. Hand gestures, facial expressions, at most, body language.
Some boys play with their hands or even with their fingers showing that they are expecting something, others end up making gestures that show what kind of person they’ll be. Gay, straight or even Bi. Everybody is going to be something someday.
In front of my former home there was a famous restaurant, I used to watch people park their cars. I have absolutely nothing against women but they take longer to park maybe it’s because of the difficulty on maps and reading directions.
Some men like myself also have the inability to do such things, not a complete inability, I can park the car, and so can they.
I was also amazed by the fact that women car drive and put make up on at the same time. If I were a woman I would always get out of the car looking like a mess.
But that’s beside the point. The point is, when we are young we do things that will guide us forever, or evn will lead us. That’s why we all, should have some kind of support for all our decisions. Even if they are against YOUR point of view!

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Menino de fases.

25 06 2008

Após ler um artigo sobre macacos(sim, eu leio Scientific American), fiquei a pensar na evolução das espécies e principalmente nas fases que ela tem.

Quando sai da casa dos meus pais e fui morar sozinho, passei por várias fases em um único ano. Não que eu esteja dizendo que sofri com muitas mudanças ou que sofri por ter que passar por isso, quero dizer, também, mas me diverti bastante. Mudar nem sempre é doloroso. nem sempre.

Logo que cheguei na cidade entrei na fase F.R.I.E.N.D.S fui morar com minhas primas e sempre foi tudo muito divertido. Piadas, frases de duplo sentido, pessoas visitando a qualquer hora e da noite ou do dia e risadas muitas delas, altas, baixas, escandalosas, com lágrimas nos olhos e até risadas amarelas.

Durante essa fase, a melhorei arranjando um namorado. o que me levou a fase F.R.I.E.N.D.S/comédia Romântica. Onde tudo era lindo, cada dia com ele era uma diversão bem pastelão mesmo, bem do tipo tortas na cara de vários sabores, sinos tocando a cada beijo… Até que ele resolveu dar uma de vilão, como em CARRIE – A ESTRANHA e teminou tudo comigo.

Foi aí que entrei na fase GAROTA INTERROMPIDA. Tudo era bem cinza e complicado. Nada estava bom, só queria chorar e dormir. Até que resolvi parar. Não de sofrer, mas de chorar. Aquilo já tinha ido longe demais e ele nem merecia, e nem merece toda essa importância. Eu mal tinha entrado numa fase e saí para entrar em outra bem, digamos, divertida. A fase QUEER AS FOLKS.

Festas todas as noites. Conheci milhões de pessoas, dançei todos os finais de semana, onde me arrumava sempre e onde saí com pessoasmaravilhosamente bonitas. Sim, foi uma das fases mais divertidas, não pelas pessoas que saí, mas pelas pessoas que acabei por conhecer.

Muito brilho, cabelos lindos, roupas, assim como pessoas fabulosas, sim, FABULOSAS estavam nessa fase, que me levou a outra bem diferente.

Por conseqüência acabei entrando numa fase SEX AND THE CITY. O que não preciso explicar muito a fundo, né, o nome já diz tudo… Até que, durante esse tempo novaiorquino, uma coisa não muito agradável pra mim, nem pras meninas de Nova york, aconteceu. Me apaixonei, é, quase que perdidamente. Sabem aquelas cenas de filmes onde tudo fica em silêncio e meio escuro e a única coisa que você vê é a pessoa na sua frente? Pois é, foi assim e o que aconteceu logo depois tmabém foi cinematográfico. Fui tirado de jogada porque ele não conseguia se apaixonar. Quem foi que um dia me disse que o amor vem com o tempo? Por favor caso seja você que está do outro lado da tela, nunca mais diga isso pra ninguém, você alimenta esperanças, sabes como é, né?

Por conta disso voltei a fase F.R.I.E.N.D.S e também comecei uma outra, a fase, TUDO EM FAMÍLIA. Sim, voltei ao convívio dela. Confortável, segura e onde todo mundo te ama do jeito que você é(na maioria das vezes). Como costumo dizer, é quebrada, é louca, mas é minha, eu que achei, sozinho, fui.

Após um tempo nessa acolhedoura fase, entrei para o grupo dos solteiros de O DIÁRIO DE BRIDGET JONES e também voltei à SEX AND THE CITY, mas não no mesmo sentido de anteriormente, mas sim, no sentido de curtir com as(os) amigos e ir à festas badaladissimas e beber driques e comer pizza no meio da madrugada ou em pleno domingo, mas claro que todos muitos bem vestidos e elas, com os melhores sapatos.

Até que sem querer, vivendo em minha Nova Iorque privativamudei de fase. Sem ao menos esperar entrei na fase onde tudo é cor de rosa, passarinhos são nossos amiguinhos, ratinhos fazemroupas de baile e bruxas más, bem elas existem, fazem, acontecem, pintam e bordam, mas no final, ou caem do penhasco numa noite chuvosa ou não conseguem fazer com que ele não se apaixone por você. É ela, a fase CINDERELLA, BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES, A PEQUEA SEREIA, A BELA ADORMECIDA, entre tantas outras onde todos ficam felizes para sempre e a princesa ou como no meu caso o príncipe, no fim, vira Encantado.

E como em todo conto de fadas o fim, bonito e em caligrafia caprichada aparece…

Fim





Os contos convexos.

25 06 2008

Ontem de madrugada meu um dos meus melhores amigos me ligou depois de um período sem nos falarmos. Me ligou todo empolgado por que ontem completou três semanas que está saindo com a mesma pessoa. Achei lindo o fato dele se sentir bem com essas conquistas do mundo dos solteiros que querem virar ‘namorandos’.
Estou num realcionamento de 7 meses, e todos os meses nós comemoramos arduamente nosso pequeno e lindo relacionamento.

Mas não vou escrever sobre o meu relacionamento. Quando se está solteiro se têm milhões de idéias sobre como é estar namorando. Quando se estar namorando, tem-se milhões de lembranças de como era estar solteiro. É por isso que todo mundo diz que o ser humano nunca está satisfeito, o que em partes é bem verdade. Mas nesse quesito, todos nós temos o que merecemos ou não, estamos presos ao que queremos e implicitamente temos o que merecemos. Quando crescermos e queremos um relacionamento, sempre pensamos em Cinderalla ou na Bela e a Fera para montarmos nossos contos de fadas?

Todas as vezes que pensamos nisso, relacionamentos, temos a idéia de que tudo é lindo, mas não. Isso envolve muitas coisas relacionadas. Jogos, armações, conversas, lágrimas de felicidade e de tristeza às vezes.

Nos livros de conts de fadas, tudo é muito feliz e saltitante, exceto pela bruxa má que vem estragar tudo de feliz e saltitante que as pricesinhas e principezinhos planejaram para o seus finais felizes. Será que uma maçã estraga um relacionamento ou então irmãs malvadas rasgando sua roupa também destroem tudo? Claro que estou usando metáforas para as crises conjugais. Mas assim mesmo às vezes acredito que sim, uma maçã pode estragar tudo, ou quase tudo.

Tudo bem que nos livros temos as bruxinhas que arquitetam planos miraculosos para estragar a vida-feliz-e-amorosa-de-casais-da-futura-realeza-fantasiada, mas e na vida real, elas existem? Sim. E não. Tudo bem, menos confuso impossível, mas é verdade.

Nos contos de fadas, temos os ajudantes fofinhos. Vários tipos, pra ser sincero, temos anões, ratinhos falantes, pássaros e até, pasmem, gatos inescrupulosos. E na vida real eles se reproduzem em melhores amigos, amigos e a piranha ou a perereca que dá em cima do seu namorado.

Quando se está solteiro não se sabe se essas personagens são representadas por algumas pessoas, mas segundo as pesquisas, sim, mas são personagens diferentes. Quando se está solteiro, deixamos de acreditar por um tempo no príncipe encantado e no felizes para sempre, mesmo que seja por um breve momento, mas deixamos.

Já tive essa fase, vou confessar. Tive várias fazes na minha breve vida de cidade grande. E hoje estou na fase ‘Walt Disney”, ou seja, contos de fadas, príncipes encantados, batalhas com espadas e dragões e no fim, todo mundo feliz e AINDA mais, pra sempre. Exceto a bruxa má e seus ajudantes inescrupulosos. Por isso creio que se você está no lado negro da força, mude pro lado, supostamente branco, porque ser do mal e contra relacionamentos não cabe me história nenhuma.





Porque a gente é quem faz melhor.

17 06 2008

Durante a noite todo mundo diz que todos os gatos são pardos, ou mesmo que as coisas mais bizarras, ou acontecem ou aparecem durante ela. Será? Todo mundo se assusta com o aparecimento de pessoas do sexo masculino(ou será supostamente do sexo masculino?) nas esquinas das cidades grandes, vestidos ou mesmo travestidos, sim, há uma diferença, de mulher. Agora se caso você qeuria minha singela opinão, niguém faz uma mulher melhor do que um gay.
Tudo bem, lendo isso, pode-se parecer meio ou muito forte, mas é verdade. Olha só. Quando elas têm problemas com a maquiagem, com o cabelo, com a auto-estima que está baixa ou mesmo com o guarda-roupa, quem são as pessoas que elas mais gostam para ajudá-las. Nós.
Sempre sabemos as roupas certas ou as cores certas que elas gostam, sem contar que conhecemos elas de uma jeito que os namorados, maridos, irmãos, não vão nunca conhecer. Ok, ok. Tem coisas que só elas são capazes de fazer, e sim estou falando da parte sexual, mas nós também conseguimos fazer muitas coisas que não nos deixam muito atrás.
Claro também que não queremos pegar o lugar delas em nada, até porque elas são vitais para a sobrevivência da raça humana como também da nossa raça, certo?
Será que é por isso que algumas mulheres se sentem tão intimidadas por nós, gays, sejamos travestidos ou não. bom, eu faço parte da turma gay não-adepta-as-roupas-femininas-em-mim, mas há quem diga que todos nós fazemos isso. Mentira. Por favor, conheça-nos antes de nos julgar.
Será que todos nós temos um pézinho nessa área da turma? Ou será que não, pois somos todos diferentes? Segundo pesquisas minhas, 90% dos homens se sentem um máximo ao vestir-se de mulher no carnaval. Nem por isso eles são ovacionados por multidões os denominando milhões de coisas pejorativas, mas nossos amigos-que-usam-roupa-de-mulher-pra-sobreviver(se é que pode-se dizer que é uma questão de sobrevivência) apanham ou até mesmo são mortos.
Qual a diferença entre eles e os milhões de homens-mulheres durante o carnaval? Nenhuma. Somente o fato deles gostarem de fazer coisas na cama com pessoas bem diferentes, ou o comportamento, ams segundo o ditado mesmo diz, não julguem o livro pela capa.
Além do mais, pra se vestir daquele jeito tem que ser muito mais homem do que qualquer homenzinho frouxo de carnaval.





Do adesivo do carro da frente.

29 05 2008

Ao vir pro trabalho hoje pela manhã de carona com um amigo, pois os ônibus da cidade de país subdesenvolvido que eu moro estão em greve, quando paramos no sinal de trânsito, olhei para os carros em volta e vi um adesivo que dizia. “FAÇO SEXO COM MEU CARRO!”. É, com e não no meu carro. Por isso fiquei à pensar em como é possível fazer-se  esse tipo de coisa com objetos inanimados. Será que isso sempre foi uma prática humana ou nós somos tão ligados em carros e coisas automobilísticas que estamos trocando o sexo certo pelo duvidoso? Será que podemos trocar o sexo normal por uma coisa que não sabemos se é certa ou não? Ou será que no final sempre acabamos no lado diferente da cama?

Faço sexo com meu namorado e somente ele. Agora as pessoas aí fora fazem sexo com quem elas quiserem, certo? Ninguém obriga outra a transar, exceto aquelas pessoas doentes o suficiente, mas não é delas que vamos falar. Nunca pensei em fazer sexo com objetos, até porque gosto de prazer mútuo durante a relação e não só e somente eu grintado e fazendo barulhos guturais finjindo ter um prazer que o objeto não irá me dar.

Minhas amigas têm vibradores. E segundo elas, são ótimos quebra-galhos. Será? Não estão elas enganando-se para não ir à caça de um sexo seguro, feliz e mútuo? Tudo bem que, acho eu, os vibradores delas devem existir em uma infinidade muito maior de tamanhos, espessuras e afins do que os homens pelo mundo à fora, mas acho que não a nada melhor do que  o calor humano.

Como será fazer sexo com o carro? Confesso que fiquei um pouco supreso em perceber que essa simples afirmação mexeu esse tanto comigo. Fiquei o dia todo à pensar em como isso seria possível. Mas como esperava, não consegui chegar á uma imagem apropriada, alías as que cheguei passavam longe da apropriação as regras da moral e dos bons costumes.

Com todo esse estupefasamento que me causou a afirmação do adesivo, fui ao google procurar imagens sobre isso, mas não tive muito resultados. Depois tentei o assunto em si. Também não fui muito feliz em minha busca quase transcendental.

O que descobri é que sim, pessoas, bizarramente falando, já tentaram fazer isso e segundo elas o sucesso obtido foi e não foi dos melhores. O que elas realmente chegaram a conclusão é que fazer sexo pode deixar certas marcas, ou diria eu contusões.

Mas no final da minha pesquisa ao mundo bizarro das pessoas que fazer sexo, ou porque não amor, com seus carros foi que fazer sexo é sempre possível, com a pessoa que lhe convém e sempre com o cuidado que lhe convém. Porque isso tem que ser prazeroso e não contundente.

Até porque se o carro tive o câmbio de marcha muito grande pode ser bem traumático, já diria o cara do adesivo.





Ao que passou bem rápido

27 05 2008

Sabe quando você está parado e não esperando que nada aconteça? Pois é. eu estava assim, e aconteceu. Numa noite fria, com você doente e coberto por um edredon e falando coisas que eu mesmo estava absorto em escutar. Não espera naquele momento voltar à prática da conquista do outro. Mas sem perceber fui eu mesmo, sem máscaras, sem virtudes exageradas, sem metáforas ou metonímias, sem expectativas e principalmente sem saber que tinha entrado novamente no jogo.
O que um pequeno café pode fazer com uma pessoa? Deixá-la acordada por muito tempo e viajando no imaginário. o que um telefonema pode fazer com uma pessoa? Deixá-la em estado de ansiedade por esperar uma coisa que, a príncipio, não deveria acontecer até segunda ordem dele mesmo.
O que fazer? Agradecer? Talvez sim. Mas porquê? Por ter me colocado de volta no jogo ou por ter me feito acreditar que sim, isso existe? As duas coisas. Ou todo o resto. Pela sinceridade, que depois veio numa tarde com um telefonema da sacada do apartamento dizendo à você que não, nós dois não estamos mais juntos ou que nós dois zeramos o contador. É, não houve momento na vida, pelo menos não até agora em que tenha sido mais sincero. Ao dizer não, mas querendo dizer sim. Uma enorme luta entre dois opostos, cabeça e coração. Pele e calor. Prazer e realidade. Eu e você.
Enram tempos diferentes e ainda são, mas ainda perduramos aqui, separados, juntos, de algum jeito estamos ou não estamos mais. Mas um dia fomos, ou ainda seremos o que queriamos em tempos diferentes, em vidas diferentes, em sacadas diferentes, em telefonemas diferentes, em corpos diferentes.
Despedidas tivemos, mas o pra sempre no nosso caso é bem diferente. Mas mesmo assim, OBRIGADO.





Dos nomes das coisas de baixo.

20 05 2008

Quando somos crianças a gente aprende a dar nomes aos nossos orgãos sexuais. 90% das pesquisas dizem que as meninas dão o nome primeiro e que também aprendem que o orgão delas não deve ser tocado ou mostrado pra ninguém. Enquanto nós homens, aprendemos totalmente o oposto.

Desde pequenos aprendemos que nossos orgãos tem que ser os maiores e que tem sempre parecer que sabemos usá-los, por isso, somos encorajados desde crianças a brincarmos com eles e tentarmos descobrir o que eles são capazes de fazer, mas nem sempre conseguimos o resultado esperado pelos nossos pais ansiosos por um resultado promissor. Mas será que quando crescemos mantemos os nomes do passado ou os deixamos esquecidos numa parte quase traumática da memória?

Sou de uma família de 2 irmãos e uma irmã. Sempre fomos encorajados desde criança a nos conhecermos fisicamente, mas ainda bem que tenho pais sensatos que nunca me encorajaram a colocar certos nomes no meu…(rubor facial nesse momento). Agumas pessoas conservam esses nomes até a idade adulta, onde pode ocorrer certos constragimentos por causa disso.

Por exemplo, você sai com um cara lindo, ele te leva pra jantar e você sabe que isso vai levar vocês a um relacionamento mais íntimo, mesmo que por uma noite. Vocês vão pra casa dele, conversam sobre o jantar que estava ótimo, tomam mais algumas taças de vinho, conversa vai, conversa vem, vocês se beijam e partem pros finalmentes, e é aí que a coisa pega, por que ele olha pra você e diz olhando pra baixo:

– Vou te apresentar o meu BROTHER.

O que você faz se subitamente tem um ataque de riso? Nada, continue como está. Agora, lembre-se somente de não encontrar com ele depois, porque se começou com esse nome imagine os outros. Mas claro que se ele realmente valer a pena, faça um esforço, não muito grande.

As mulheres é que sempre encontram uma variedade de nomes para o seu orgão. Principalmente quando não foram elas mesmas que o nomearam. O que acho mais esdruxúlo é popoca. Na maioria das vezes quem cria os nomes pra elas são os homens na sua infinita falta de criatividade. Por exemplo, capô de fusca. O que é isso? Desde quando a vagina tem essa aparência tão automitiva?

Agora, venhamos e convenhamos, os nomes verdadeiros não dão nenhum tipo de tesão. Quer ver. Imagina o cara chegar pra ti e dizer, ‘pega no meu pênis‘, ou a mulher virar pro homem e dizer, ‘vai coloca seu pênis na minha vagina’, o que é isso? Sexo, ou aula de biologia?

Tudo bem que coloquemos nomes nos nossos supostos amiguinhos, mas ponderemos na hora de contar pro mundo, digo nossos atuais companheiros. Por que como o periquito da foto, existem coisas que não são para serem mostradas, muito menos contada aos quatro ventos.