O braço da noite anterior.

28 04 2008

3 e trinta da madrugada.

Sono absorto após noitada vingativa.

Quatro chamadas não atendidas no celular

5 recados na secretária eletrônica.

Na quinta chamada acordou com o barulho não alto mais naquele momento ensurdecedor do toque do celular. Depois de tatear, no escuro, a mesa de cabeceira ao lado da cama atendeu num mau humor aparente. Reconheceria aquela voz em qualquer lugar do mundo. Sabia vagamente o motivo da dor de cabeça torturante, mas sabia com certeza que vodka, tequila e limão não combinavam em quantidades grandes.

Disse coisas, ou tentou dizê-las, mas nem mesmo ele se entendeu. Desligou e voltou à dormir.

Acordou com um braço à sua volta e murros à porta de entrada do apartamento. Não reconhecia àquele braço. Reconhecia que pesava bastante ou seria efeito do álcool? Os murros cessaram. Levantou-se, lavou o rosto, escovou os dentes e foi tomar uma ducha gelada.

Do box ficou à olhar o braço disposto em sua cama procurando saber aonde ele entrava na noite anterior e porquê fícara até a manhã seguinte.

Fazia um frio mais que matinal na cidade de São Paulo, mas só percebeu isso que saiu da ducha.

O banho o acordou mas não fez xom que a dor de cabeça milagrosamente desaparecesse. Quem sabe um café o faria? O braço acordou! Era alto, bonito de um modo elegante, traços gregose um sorriso matinal que ni ínicio irritou mas depois o deixou menos preocupado com o que estava por conhecer.

Enquanto trocava de roupa, o braço, que agora tinha um copo, tomava uma ducha e tentava uma conversa aproximável mas pouco eficiente. Não porquê ele não tivesse chamado sua atenção, somente pelo fato de estar com muita dor de cabeça.

Conseguiu descobrir o nome do braço pois o álcool parcialmente bloqueara sua memória.

Cláudio era o nome do braço. Saíram juntos, foram à um café na Oscar Freire, tomaram cappuccino e com trocas de telefones se despediram.

Olhou a hora, deu um telefonema e percebeu que agora tinha qeu resolver as 5 chamadas e os murros matinais na porta. Após passar por um restaurante japonês na Paulista recordará a briga com seu quase ex-namorado na noite anterior e também da ida à boate.

Voltou pra casa, começou a ler um livro, mas logo adormeceu.

Mais 5 chamadas na secretária.

Sem dor de cabeça.

10 chamadas não atendidas no celular.

Falta de sono por causa do café e da soneca.

E uma grande possibilidade…

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One response

28 04 2008
Camila

AAAHHH, como assim??? cadê o resto da história??!!!
quero ler o restoooo!!!

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